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Muitas mulheres, antes mesmo de procurarem por uma consulta médica, já diagnosticam sua própria gravidez. Isso ocorre porque o diagnóstico da gravidez pode ser efetuado em 90% das mulheres somente através dos sinais e sintomas clínicos. Em gestações mais avançadas é possível que o médico faça o diagnostico somente pelo exame clínico, sem a ajuda de qualquer outro exame complementar.

 

Existem várias queixas que podem nos fazer pensar no diagnostico de gravidez, e elas dependem de mulher para mulher e também de gestação para gestação. As principais incluem: atraso menstrual, fadiga, dor nas mamas, aumento da frequencia urinaria, náuseas e/ou vômitos matinais.

 

O mais curioso é que existem ainda outros acontecimentos que são menos comentados no nosso dia a dia e que muitas futuras mamães não sabem que eles ocorrem devido a sua gestação, são eles: distenção abdominal, constipação intestinal, aumento de gases e flatus, alterações cutâneas (alterações de pele), aumento da produção de saliva, apuração do olfato trazendo aversão a odores, alteração auditiva e visual  (a capacidade de perceber a forma e o contorno dos objetos pode ser alterada) .

 

As formas de diagnostico

 

O diagnostico laboratorial é feito pela dosagem da unidade beta do hormônio gonadotrófico humano, o famoso beta-hCG. Esse pode ser dosado no plasma (atravéz da coleta de sangue) ou na urina, e é possível uma estimativa da idade gestacional com base nos seus resultados, uma vez que o mesmo é quantificável.

 

Os testes urinários têm baixa taxa de resultados falso-positivos, ou seja, se você fizer um teste de urina e der positivo, a chance desse teste estar errado é pequena. Já a taxa de falso-negativos é elevada, o que significa que, se seu teste de urina der negativo, não saia achando que não foi dessa vez, o resultado pode estar errado! Isso pode ocorrer em urinas de baixa densidade, nas duas primeiras semanas de atraso menstrual, e ocasionalmente, no segundo trimestre (apartir do terceiro mês),quando são mais baixos os níveis do hormonio hCG.

 

Outra forma importante de se fazer o diagnostico é pela Ultrassonografia, esta pode ser realizada por via abdominal ou transvaginal. Essa última é a preferida pois admite uma melhor visualização das estruturas do bebê e é mandatória no primeiro trimestre.  

Em um próximo post vou falar um pouco mais sobre as maravilhas que as imagens Ultrassonograficas podem nos trazer.

 

Beijo mamães, e até o próximo !!!

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